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Estudos comprovam a eficácia do Método Five

Estudos comprovam a eficácia do Método Five

Nos países desenvolvidos, o setor de serviços tem cada vez mais destaque. Com muitos escritórios ocupados por colaboradores que passam longos períodos de tempo sentados na mesma posição. E esse modo de trabalhar, pode causar alguns problemas. Na Alemanha, por exemplo, as Desordens Musculoesqueléticas (DME) são uma das maiores causas das licenças médicas e faltas. E por esse motivo, surgiu a necessidade de realizar estudos que comprovam a eficácia do método Five Konzept.

Segundo estudos conduzidos na Alemanha e publicados no Journal of Occupational of Medicine and Toxicology e no International Journal of Environmental Research and Public Health, ao longo de 3 meses, cerca de 20% de todas as faltas ao trabalho foram causadas por dores e desconfortos ligados à saúde postural. Foram analisados homens e mulheres, com idades entre 18 e 65 anos, a fim de levantar dados sobre diferenças específicas de cada sexo. E foi comprovado que realmente existem diferenças, sendo as mulheres muito mais suscetíveis à incidência de dores no pescoço e nos pés, ao passo que os homens tiveram mais dores nas costas.

Para resolver os problemas relacionados às DME’s, alongamentos comuns foram testados, entretanto, serviram apenas para amenizar as dores em casos simples. Após os três meses de aplicação do Five Konzept, foi comprovada uma melhora significativa na saúde dos participantes.

A aplicação do método

Os testes com o Five foram realizados com colaboradores que tem o hábito de passar muitas horas em uma mesma posição, geralmente sentados. Para conhecer as particularidades de cada um, foram distribuídos questionários, com questões direcionadas às dores e sensações específicas de cada pessoa. Além dos questionários, foi separada uma dupla de voluntários, para cada instrutor.

Cada alongamento foi feito por 20 segundos, sendo 10 minutos por dia, durante 12 semanas consecutivas. Os voluntários do estudo que faltassem ou fossem realizar alguma outra atividade física, deveriam comunicar os instrutores. Além de se comprometer a não iniciar novos tratamentos fisioterapêuticos, por exemplo.

O aparelho Five Business, que pode ser utilizado com roupas e calçados sociais – excluindo calçados com saltos de mais de 5 cm – foi o escolhido para auxiliar os instrutores na aplicação do método. Ao todo, foram aplicados cinco tipos de alongamentos diferentes, um para cada grupo muscular, sendo eles: em pé, peitoral, ísquio, quadril e lateral.

A importância da comprovação do método

A comprovação científica dos resultados entre os voluntários do estudo, auxilia na expansão e popularização do método Five, não só na Alemanha, mas também no Brasil. Abrindo as portas para que esse método efetivo seja disseminado e explorado pelos instrutores.

O Five não é bom apenas para quem trabalha por muitas horas na mesma posição, também é uma ótima alternativa para esportistas que buscam o desenvolvimento ou recuperação de grupos musculares, para pessoas que desenvolveram hérnia de disco e outras diversas Desordens Musculoesqueléticas.

Utilizando exercícios padronizados e individualizados, o Five influencia positivamente a saúde física e mental do aluno/paciente. Sendo uma ótima opção para empresas que buscam promover um aumento do bem-estar entre seus colaboradores, possibilitando a prevenção das faltas e licenças médicas relacionadas à dores e Desordens Musculoesqueléticas.

Para conhecer mais sobre o Five Konzept, acesse o blog clicando aqui.

 

HOLZGREVE, Fabian; MALTRY, Laura; LAMPE, Jasmin; SCHMIDT, Helmut; BADER, Andreas; REY, Julia; GRONEBERG, David; VAN MARK, Anke; OHLENDORF, Daniela. The office work and stretch training (OST) study: an individualized and standardized approach for reducing musculoskeletal disorders in office workers. Journal of Occupational Medicine and Toxicology.

HOLZGREVE, Fabian; FRAEULIN, Laura; HÄNEL, Jasmin; SCHMIDT, Helmut; BADER, Andreas; FREI, Markus; GRONEBERG, David; OHLENDORF, Daniela; VAN MARK, Anke. Office work and stretch training (OST) study: effects on the prevalence of musculoskeletal diseases and gender differences: a non-randomised control study. BMJ Open.

HOLZGREVE, Fabian; MALTRY, Laura; HÄNEL, Jasmin; SCHMIDT, Helmut; BADER, Andreas; FREI, Markus; FILMANN, Natalie; GRONEBERG, David; OHLENDORF, Daniela; VAN MARK, Anke. The Office Work and Stretch Training (OST) Study: An Individualized and Standardized Approach to Improve the Quality of Life in Office Workers. International Journal of Environmental Research and Public Health.

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